segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O que eu faria se tivesse um milhão de dólares!



 Para triunfar, trata-se de induzir
 os outros à cooperação,
de maneira hábil e inteligente.


Há trinta anos, um jovem pastor de nome Gunsaulus, anunciou nos jornais de Chicago que pregaria, numa manhã de domingo, um sermão sobre o seguinte terna:

  • O que eu faria se tivesse um milhão de dólares!


Este anúncio atraiu o olhar de Philip D. Armour, o rei dos frigoríficos, que decidiu ir ouvir o sermão, no qual o Dr. Cansa Ulus traçou o plano de uma grande escola técnica, onde moças e rapazes aprendessem a vencer na vida, por meio do desenvolvimento da habilidade de pensar, em termos mais práticos do que teóricos; uma escola onde “aprendessem fazendo”. 

  • “Se eu tivesse um milhão de dólares—disse o jovem pregador  - fundaria uma escola assim.”


Depois do sermão o Sr. Armour aproximou-se do púlpito e, apresentando-se ao pregador, disse- lhe:

  •  “Acredito que seja um jovem capaz de fazer o que diz. Vá ao meu escritório, amanhã cedo, e eu lhe darei o milhão de dólares de que precisa.”

 Há sempre fartura de capital à disposição dos que podem traçar planos práticos para serem levados a efeito.

Todas as grandes estradas de ferro, todas as grandes instituições financeiras, todos os empreendimentos comerciais de vulto e todas as grandes invenções tiveram início na imaginação de alguém.

Feliz do rapaz ou moça que aprende desde cedo a usar a imaginação, e, com maior razão, nesta época de grandes oportunidades.

A imaginação é uma faculdade do espírito que pode ser cultivada, desenvolvida, ampliada e a que se dá realidade, pelo emprego que dela se faz. 


Qualquer pessoa esteja onde estiver, seja qual for a sua ocupação, encontrará sempre uma oportunidade para ser mais útil e, portanto mais produtiva, se desenvolver a sua imaginação e fizer uso dela.

Ser bem sucedido no mundo é sempre uma questão de esforço pessoal. Todavia, é um engano acreditar alguém que pode vencer sem a cooperação de outros.

O triunfo é uma questão de esforço individual, mas somente quanto a decidirmos por nós mesmos o que é que desejamos isso implica no emprego da imaginação. 

Daí por diante, para triunfar, trata-se de induzir os outros à cooperação, de maneira hábil e inteligente.

Porém, antes de se poder alcançar a cooperação dos outros, antes mesmo de se ter o direito de pedir ou esperar essa cooperação, é preciso demonstrar que se está disposto a cooperar também.

Pode acontecer que uma pessoa não goste do trabalho em que se ocupa.

Há dois meios de livrar-se de tal ocupação:
·        Um é tomar pouco interesse pelo trabalho, procurando apenas produzir o bastante para “passar”; bem depressa encontrará uma saída, pois os seus serviços deixarão de ser procurados.

·        O outro meio, e sem dúvida alguma o melhor, é tornar-se a pessoa tão útil e eficiente nesse trabalho a ponto de atrair a atenção favorável dos que têm o poder de promovê-la para um trabalho de maior responsabilidade e que seja mais do seu agrado.

Milhares de pessoas passaram sobre a grande “Galumet Copper Mine”, sem descobri-la.

Um homem, sozinho, fez uso da imaginação, cavou alguns metros de terra, investigou e descobriu a mais rica jazida de cobre do universo.

Todos nós, neste mundo, caminhamos, num momento ou noutro, sobre uma “Mina Galumet”. A descoberta é uma simples questão de investigar e fazer uso da imaginação.

Na sua conferência sobre  “Acres of Diamonds”   Russel Conwell diz-nos que não é preciso procurar muito longe a oportunidade; que podemos encontrá-la justamente no lugar onde nos encontramos.

TRATA-SE DE UMA GRANDE VERDADE,
QUE NÃO SE DEVE ESQUECER!  Já dizia NAPOLEON HILL


Venha fazer parte da minha equipe “Eliane de Pádua” e
Viver na Excelência!





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