sábado, 8 de junho de 2013

Receber doações

A felicidade que recebemos ao doar...

Muitas vezes as pessoas se enganam achando que amar alguém é fazer coisas para ele, como se o amor pudesse ser quantificado.

De uma maneira mais exata, o amor é de onde você vem nos seus relacionamentos com os outros.

A mãe acha que comprar um carro novo para a sua filha é uma indicação do seu amor por ela.

Ela acha que visitar seu pai todos os domingos é um sinal do seu amor por ele.

Enquanto esses podem ser símbolos do amor, eles não devem ser confundidos com o reconhecimento incondicional e a aceitação, que é o núcleo de um relacionamento afetivo.

Quando o amor entra em ação, você oferece ao seu amado tudo que ele precisa não o que você quer dar para ele como um símbolo de amor.

A mais pura expressão do amor requer que você entre em contato consigo mesmo para sentir uma verdadeira conexão e empatia com outra pessoa.


Como muitos de nós não possuem autoestima costuma ser difícil nos doarmos.

Muitas vezes não nos doamos porque achamos que somos incapazes, porque achamos que não temos o bastante para doar.

Paradoxalmente, quanto mais dermos das nossas verdadeiras personalidades, melhor nos sentiremos.


O que nós costumamos pedir dos outros (isto é, reconhecimento, aceitação, respeito) é justamente o que temos dificuldade de doar.



PARE E PENSE

Você quer o amor incondicional dos seus pais (ou de qualquer outra pessoa)?

Você está disposto a amá-los incondicionalmente?


Você quer a aprovação deles?

Você está disposto a aceitá-los como eles são?

Eliane de Pádua


Aniversariantes Maio/Junho


Este é um dia todo especial...

É seu aniversário.

Um dia em que você dá mais um passo

Para novos caminhos e conquistas.

Um dia marcante em seu coração.

Desejo que você, ainda dê muitos passos

E conquiste seus objetivos,

Pois capacidade para isso

Não lhe falta.

E que você tenha sempre

A felicidade em seu olhar

Não só neste dia,

Mas em toda sua vida!

E é com todo carinho e sinceridade 

Que eu lhe digo:
Parabéns!


Felicidades! 


Eliane de Pádua 



Feliz ou ter Razão


" SER FELIZ OU TER RAZÃO ? "


Oito da noite, numa avenida movimentada.

O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.

O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. 

Ele conduz o carro.


Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.

Ele tem certeza de que é à direita.

Discutem.


Percebendo que além de atrasados, poderia ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.

Embora com dificuldade, admite que insistisse no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.

Mas ele ainda quer saber:

- Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais...


Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!


E ela diz: 
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.


 REFLEXÃO:

Esta pequena história foi contada durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho.

Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.

Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência:

 'Quero ser feliz ou ter razão?'

Outro pensamento parecido, diz o seguinte:

'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.

Passe este mensagem aos seus amigos, para ver se o mundo melhora...

Eu já decidi..


EU QUERO SER FELIZ 


E você?


Eliane de Pádua


Reflita e Mude.


Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas:

Seu marido lhe faz feliz? 

Ele lhe faz feliz de verdade?

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança.

Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. 

Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro "NÃO", daqueles bem redondos!

- Não, o meu marido não me faz feliz! 

(Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).

-Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! 

Eu sou feliz!



E continuou:

O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. 

Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. 

Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. 

E assim eu poderia citar uma lista interminável.

Eu decido ser feliz! 


Se tiver hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! 

Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! 

Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! 

Sou casada, mas era feliz quando estava solteira. 

Eu sou feliz por mim mesma.

As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza”. 

Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. 

Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Há pessoas que dizem: 


Hoje não posso ser feliz porque estou doente, 
porque não tenho dinheiro, 
porque faz muito calor, 
porque alguém me insultou, 
porque alguém deixou de me amar, 
porque eu não soube me dar valor, 
porque meu marido não é como eu esperava, 
porque meus filhos não me fazem felizes,
porque meus amigos não me fazem felizes, 
porque meu emprego é medíocre e por aí vai.

Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. 

É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. 



Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. 

A vida de todos fica muito mais leve. 

E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos.

Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto à de assumir e promover sua felicidade!

SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.

Peça apenas ao Universo/Deus/Espírito Maior que lhe dê serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar e coragem para modificar aquelas que podem ser mudadas e sabedoria para conseguir reconhecer a diferença que existe entre elas.



NÃO REFLITA, APENAS.

MUDE! 

E SEJA FELIZ!


Eliane de Pádua


sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Sábio



Conta-se que num país longínquo, há muitos séculos, um rei se sentiu intrigado com algumas questões.

Desejando ter respostas para elas, resolveu estabelecer um concurso do qual todas as pessoas do reino poderiam participar.


O prêmio seria uma enorme quantia em ouro, pedras preciosas,

além de títulos de nobreza
.
Seria premiado com tudo isto quem conseguisse responder a três questões:


Qual é o lugar mais importante do mundo?

Qual é a tarefa mais importante do mundo?

Quem é o homem mais importante do mundo?


Sábios e ignorantes, ricos e pobres, crianças, jovens e adultos se apresentaram, tentando responder as três perguntas.

Para desconsolo do rei, nenhum deles deu uma resposta que o satisfizesse.

Em todo o território um único homem não se apresentou para tentar responder os questionamentos.

Era alguém considerado sábio, mas a quem não importava as fortunas nem as honrarias da terra.

O rei convocou esse homem para vir à sua presença e tentar responder suas indagações.



E o velho sábio respondeu a todas:

O lugar mais importante do mundo é aquele onde você está. O lugar onde você mora, vive, cresce, trabalha e atua é o mais importante do mundo. É ali que você deve ser útil, prestativo e amigo, porque este é o seu lugar.

A tarefa mais importante do mundo não é aquela que você desejaria executar, mas aquela que você deve fazer.

Por isso, pode ser que o seu trabalho não seja o mais agradável e bem remunerado do mundo, mas é aquele que lhe permite o próprio sustento e da sua família. É aquele que lhe permite desenvolver as potencialidades que existem dentro de você. É aquele que lhe permite exercitar a paciência, a compreensão, a fraternidade.

Se você não tem o que ama,  importante que ame o que tem. A mínima tarefa é importante. Se você falhar, se omitir ninguém a executará em seu lugar, exatamente da forma e da maneira que você o faria.

E, finalmente, o homem mais importante do mundo é aquele que precisa de você, porque é ele que lhe possibilita a mais bela das virtudes: a caridade.

A caridade é uma escada de luz....
E o auxílio fraternal é oportunidade de iluminação. É a mais alta conquista que o homem poderá desejar.

O rei, ouvindo as respostas tão ponderadas e bem fundamentadas, aplaudiu agradecido.


“Para sua própria felicidade, descobrira um sentido para a sua vida, uma razão de ser para os seus últimos anos sobre a Terra.”


REFLEXÃO:

Muitas vezes pensamos em como seria bom se tivéssemos nascido em um país com menos inflação, com menos miséria, sem taxas tão altas de desemprego, gozando de melhores oportunidades.

Outras vezes nos queixamos do trabalho que executamos todos os dias, das tarefas que temos, por acha-las muito ínfimas, sem importância.

Desejamos que determinadas pessoas, importantes, de evidência social ou financeira pudessem estar ao nosso lado para nos abrir caminhos.

Contudo, tenhamos certeza:
Estamos no lugar certo, na época correta, com as melhores oportunidades, com as pessoas que necessitamos para nosso crescimento interior.



Eliane de Pádua


sábado, 6 de abril de 2013

Tesouro de Bresa




Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo. 


Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso?


Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes. 


Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. 


Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custavam apenas três dinares.


Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.


Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido. E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: 

"O segredo do tesouro de Bresa."


Que tesouro seria esse?


Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava de onde, nem quando. 

Mais adiante decifrou: 

"O tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo.”


Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro.


Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.


Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros.


Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.


Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. 


Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas. 


Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.


Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.


Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.


Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.

No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.


Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:

- O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. 

Afinal, Bresa significa "saber".


Na fábula que acabou de ler pode-se observar a aplicação da melhoria contínua no processo de “busca ao tesouro”, pelo alfaiate Enedim.

Primeiro, o foco: 

Vir a ser riquíssimo.

Fases do Ciclo:

P = Planejar – pode ser associado a: Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido...

D = Executar - decifrar todas as páginas daquele livro.

C = Checar – ver se todo seu aprendizado serviu para aplicar em alguma ação (descobrir o tesouro).

A = Agir Corretivamente – cada vez que checava, via que tinha que aprender mais para atingir seu foco.

E com isso, o Enedim, atingiu (mesmo sem saber, em princípio) o que ele queria ficar rico. Ocupando os cargos por meio da aplicação do seu grande tesouro: o conhecimento.

 
Procure analisar e estabeleça suas próprias conclusões.


Eliane de Pádua