domingo, 11 de agosto de 2013

O amor existe?



Era uma vez um homem que não acreditava no amor.

Ele era uma pessoa comum, como você e eu, mas seu modo de pensar tornava-o diferente.

O homem achava que o amor não existia.

Claro, ele teve muitas experiências, tentando encontrar o amor, observou bastante as pessoas que o cercavam.

Passou a maior parte da vida procurando o amor, apenas para descobrir que era algo que não existia.

Aonde quer que esse homem fosse, dizia às pessoas que o amor não passava de uma invenção dos poetas, uma mentira que os religiosos contavam para manipular a mente fraca dos humanos, forçando-os a acreditar, para controlá-los. 

Dizia que o amor não é real, que nenhum ser humano poderia encontrá-lo, mesmo que passasse a vida procurando-o.


Esse homem era extremamente inteligente e muito convincente. Lia muitos livros, frequentara as melhores universidades, era um erudito respeitado. Podia falar em público, diante de qualquer tipo de plateia, sempre com lógica irrefutável. 

Dizia que o amor é uma espécie de droga, que provoca euforia e cria forte dependência. 

Que uma pessoa pode viciar-se em amor e começar a necessitar de doses diárias, como os dependentes de qualquer outra droga.

Costumava afirmar que o relacionamento dos amantes é igual ao relacionamento entre um viciado e a pessoa que lhe fornece a droga.

O que tem mais necessidade de amor é o viciado, o que tem menos, é o fornecedor.


Aquele, entre os dois, que tem menos necessidade, é o que controla todo o relacionamento. 

Dizia que é possível ver isso com clareza porque, num relacionamento, quase sempre há um que ama sem reservas, e outro que não ama que apenas tira vantagem daquele que lhe entrega seu coração. 

Que é possível ver, pelo modo como os dois se manipulam como agem e reagem que são iguais ao fornecedor de uma droga e o viciado.

O viciado, aquele que tem mais necessidade, vive com medo de não conseguir receber a próxima dose de amor, ou seja, da droga.

E pensa: “O que vou fazer, se ele (ela) me deixar?” O medo torna o viciado extremamente possessivo. “Ele é meu!”

O medo de não receber a próxima dose torna-o ciumento e exigente. 

O fornecedor pode controlar e manipular aquele que necessita da droga, dando-lhe mais doses, menos doses, ou nenhuma dose.

O que necessita da droga submete-se completamente e faz tudo o que pode para não ser abandonado.

O homem ainda dizia muito mais, quando explicava por que achava que o amor não existia. Declarava que aquilo que os humanos chamam de amor é apenas um relacionamento de medo baseado no controle.

“Onde está o respeito”?
Onde está o amor que afirmam sentir?
Não há amor.

Dois jovens, diante de um representante de Deus, diante de suas famílias e de seus amigos, fazem uma porção de promessas um ao outro: que vão viver juntos para sempre, que vão amar-se e respeitar-se mutuamente, que estarão um ao lado do outro nos bons e nos maus momentos, que vão se amar e se honrar.

Promessas e mais promessas.

O mais espantoso é que eles realmente acreditam que vão cumpri-las. 

Mas, após o casamento — uma semana, um mês, alguns meses depois — fica claro que nenhuma das promessas foi cumprida.

O que se vê é uma guerra pelo comando, para ver quem manipula quem. 

Quem será o fornecedor, e quem será o viciado? 

Alguns meses depois, o respeito que prometeram ter um pelo outro desapareceu. 

Surgiu o ressentimento, o veneno emocional, e ambos ferem-se reciprocamente, pouco a pouco, cada vez mais, até que eles não sabem mais quando o amor acabou. 

Permanecem juntos porque têm medo de ficar sozinhos, medo da opinião e do julgamento dos outros, medo de sua própria opinião e de seu próprio julgamento. 

Mas, onde está o amor?

O homem costumava dizer que via muitos velhos casais, unidos havia trinta, quarenta, cinquenta anos, que tinham orgulho de estar juntos durante tanto tempo. 

Mas, quando falavam a respeito de seu relacionamento, diziam: “Sobrevivemos ao matrimônio”.

 Isso significa que um deles submeteu-se ao outro. 

A certa altura, ela (ou ele) desistiu e decidiu suportar o sofrimento. 

O que teve vontade mais forte e menos necessidade venceu a guerra.

Mas onde está aquela chama a que deram o nome de amor? 

Um trata o outro como se fosse propriedade sua. 

“Ela é minha”, “Ele é meu”.

O homem mostrava mais e mais razões que o haviam levado a acreditar que o amor não existe. 

Dizia: “Eu já passei por tudo isso. Nunca mais permitirei que outra pessoa manipule minha mente e controle minha vida em nome do amor”. 

Seus argumentos eram bastante lógicos, e com suas palavras ele convenceu muitas pessoas. 

“O amor não existe.”

Então, um dia, esse homem andava por um parque, quando viu uma linda mulher chorando, sentado num banco. 

Ficou curioso, querendo saber por que motivo ela chorava. 

Sentando-se a seu lado, perguntou-lhe por que ela estava chorando e se podia ajudá-la.

 Imagine qual foi à surpresa dele, quando a mulher respondeu que chorava porque o amor não existia,

— Mas isso é espantoso! — o homem exclamou. — Uma mulher que não acredita no amor? 

E, claro, quis descobrir mais coisas a respeito dela.

— Por que acha que o amor não existe? — indagou.

— E uma longa história — ela respondeu. — 

Casei-me muito jovem, cheia de amor, cheia de ilusões, com a esperança de passar minha vida inteira com aquele homem. Juramos lealdade um ao outro, juramos que nos respeitaríamos que honraríamos nossa união e que formaríamos uma família. Mas logo tudo mudou. Eu era uma esposa dedicada, que cuidava da casa e dos filhos. Meu marido continuou a progredir em sua carreira. Seu sucesso e a imagem que mostrava fora de casa eram, para ele, mais importantes do que a família. Perdemos o respeito um pelo outro. Nós nos feríamos mutuamente, e um dia descobri que não o amava e que ele também não me amava. Mas as crianças precisavam de um pai, e essa foi minha desculpa para ficar e fazer tudo o que pudesse para dar apoio a ele. Agora, meus filhos cresceram e saíram de casa. Não tenho mais nenhuma desculpa para ficar com ele. Não existem respeito nem gentileza em nosso relacionamento. Sei que, mesmo que eu encontre outra pessoa, vai ser tudo igual, porque o amor não existe. Não faz sentido, procurar por algo que não existe. 

É por isso que estou chorando.

Compreendendo-a muito bem, o homem abraçou-a e disse:
— Tem razão, o amor não existe. Procuramos por ele, abrimos o coração e nos tornamos fracos, para no fim encontrarmos apenas egoísmo. Isso nos fere, mesmo que achemos que não vamos ser feridos. Não importa o número de relacionamentos que possamos ter a mesma coisa sempre acontece. Por que ainda continuamos a procurar o amor?

Os dois eram tão parecidos, que se tornaram grandes amigos.

 Tinham um relacionamento maravilhoso. 

Respeitavam-se, um nunca humilhava o outro. 

Ficavam mais felizes a cada passo que estavam juntos. 


Entre eles não havia ciúme nem inveja, nenhum dos dois queria assumir o comando, nem era possessivo. O relacionamento continuou a crescer. Eles adoravam estar juntos, porque sempre se divertiam muito. Quando estavam separados, um sentia a falta do outro.

Um dia, o homem encontrava-se fora da cidade, quando teve a mais esquisita das ideias.

“Hum, talvez o que eu sinta por ela seja amor. Mas isto é muito diferente de qualquer outra coisa que já senti. Não é o que os poetas dizem, assim como não é o que os religiosos pregam, porque não sou responsável por ela. Não tiro nada dela, não sinto necessidade de que ela cuide de mim, não preciso culpá-la por minhas dificuldades, nem contar-lhe meus dramas. O tempo que passamos juntos é maravilhoso, gostamos um do outro. Respeito o que ela pensa, e o que sente. Ela não me envergonha, e não me aborrece. Não sinto ciúme, quando ela está com outras pessoas, não tenho inveja, quando a vejo ter sucesso em alguma coisa. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que todo mundo pensa que é.”

O homem mal pôde esperar pelo momento de voltar para sua cidade e conversar com a mulher para expor-lhe a ideia esquisita que tivera. 


Assim que ele começou a falar, ela disse:
— Sei exatamente do que é que você está falando. Tive a mesma ideia, bastante tempo atrás, mas não quis lhe contar, porque sei que você não acredita no amor. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que pensamos que é.

Decidiram tornarem-se amantes e morar juntos e, de maneira admirável, as coisas não mudaram. 

Os dois continuaram a respeitar-se, a dar apoio um ao outro, e o amor continuou a crescer. 

Até as coisas mais simples faziam seus corações cantar, cheios de amor, por causa da grande felicidade em que eles viviam.

O coração do homem estava tão repleto de amor que, uma noite, um grande milagre aconteceu. Ele olhava as estrelas e encontrou uma que era a mais bela de todas.

Seu amor era tão imenso, que a estrela começou a descer do céu e logo estava aninhada nas mãos dele. 


Então, um outro milagre aconteceu, e a alma do homem uniu-se à estrela. 

Ele estava imensamente feliz e foi procurar a mulher o mais depressa possível para depositar a estrela nas mãos dela, provando seu amor. 

Assim que recebeu a estrela nas mãos, a mulher experimentou um momento de dúvida. 

Aquele amor era grande demais, avassalador.

Naquele instante, a estrela caiu das mãos dela e estilhaçou-se em um milhão de pedacinhos. 


Agora, um velho anda pelo mundo, jurando que o amor não existe. 

E uma velha bonita permanece em casa, esperando por ele, derramando lágrimas pelo paraíso que um dia teve nas mãos e perdeu por causa de um momento de dúvida.



Essa é a história do homem que não acreditava no amor. Quem foi que errou? Você gostaria de descobrir qual foi a falha? O erro foi do homem, que pensou que poderia passar sua felicidade para a mulher. A estrela era sua felicidade, e ele errou, quando a colocou nas mãos dela.

A felicidade nunca vem de fora de nós. 

O homem era feliz por causa do amor que saía dele, e a mulher era feliz por causa do amor que saía dela. 

Mas, no momento em que ele a tornou responsável por sua felicidade, ela deixou cair à estrela, quebrando-a, porque não podia responsabilizar-se pela felicidade dele.

Por mais que a mulher o amasse, jamais poderia fazê-lo feliz, porque nunca saberia o que se passava na mente dele. 

Nunca saberiam quais eram as expectativas do homem, porque não poderia conhecer os sonhos dele.

Se você pegar sua felicidade e colocá-la nas mãos de outra pessoa, mais cedo ou mais tarde a verá estilhaçada. 

Se der sua felicidade a alguém, você a perderá. 

Então, se a felicidade só pode vir de dentro de nós, sendo resultado de nosso amor, nós somos os únicos responsáveis por ela.

Nunca podemos tornar outra pessoa responsável por nossa felicidade, mas, quando os noivos vão à igreja para casar, a primeira coisa que fazem é trocar alianças.

Cada um está colocando sua estrela nas mãos do outro, esperando dar e receber felicidade.

Por mais intenso que seja seu amor por alguém, você nunca será o que esse alguém quer que você seja.

Esse é o erro que a maioria de nós comete, logo de início.

Baseamos nossa felicidade em nossos parceiros, e não é assim que as coisas funcionam. Fazemos uma porção de promessas que não podemos cumprir, já nos preparando para o fracasso.

Mude já!

Seja feliz, você merece!
Eliane de Pádua


sábado, 3 de agosto de 2013

Não ofereça sabedoria

A quem só pode pagar com ignorância.





Um rato saiu de manhã para trabalhar 



e no caminho cruzou com um caracol.

Muitas horas depois, após um dia exaustivo em que teve que batalhar arduamente para caçar sua comida e escapar de seus predadores, o rato retornou exausto.

E notou que o caracol não havia se movido mais que dois metros.

O rato parou e comentou que se sentia compadecido pelo fato de o caracol ter uma vida tão monótona, tão sem emoções, enquanto ele, rato, conseguira viver, em apenas um dia, aventuras que o caracol não viveria em toda a existência.

“Emérito rato”, disse o caracol,

“Como tenho bastante tempo para observar e refletir permita-me oferecer-lhe alguns dados comparativos entre nossas espécies, que talvez possam ajudá-lo a rever o seu ponto de vista.”

Caracóis têm casa própria e ratos são escorraçados de todos os lugares aonde chegam.

Caracóis vivem em jardins e ratos, em esgotos.

O alimento dos caracóis está sempre ao alcance, enquanto ratos precisam caminhar horas e horas para encontrar comida.

Por isso, caracóis podem passar o dia apreciando a natureza, ao passo que ratos não podem se descuidar nem por um segundo.

E não por acaso, caracóis vivem cinco anos. 

Dois a mais que os ratos.

O rato ouviu a tudo atentamente.

Ponderou que o caracol tinha razão em tudo o que havia dito e, com uma violenta pisada, esmagou o caracol contra o chão.

Felizmente o solo era fofo o suficiente para que o caracol
sobrevivesse.

Mas ele aprendeu uma pequena lição que lhe seria útil
pelo resto da carreira.


Por mais razão que você tenha, nunca tente provar a alguém que se acha o máximo, que ele não é nada daquilo.

Porque não há negócio pior do que oferecer sabedoria a quem só pode pagar com ignorância.


Reflita e tire suas conclusões.

Eliane de Pádua



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Parabéns!

Feliz aniversário... 
a todos aniversariantes mês de agosto




Uma das grandes bênçãos da vida é a experiência que os anos vividos nos concedem.

Aniversariar é uma amostra das oportunidades que temos de aprender a contar os nossos dias.

Hoje, mais um a janela se abre diante de seus olhos, restando apenas a beleza de tão bela data.


Os sintomas da felicidade se traduzem do otimismo, na fé, na esperança no empenho por se ser melhor a cada dia.

Continue firme pelos caminhos da fé e suas verdades.

Que Deus ilumine, todos os teus dias.


 Aproveita cada oportunidade para agir de forma elevada.

Há quem espere extraordinários momentos e ocasiões especiais, que possivelmente não chegarão.

Não será o que faças que te tornes grande e importante, porém como faças cada coisa que te transformará em valioso.

A árvore gigante se origina em pequenina semente.

O Cosmo é o resultado de partículas e moléculas invisíveis.

Torna-te grande nas pequeninas coisas a fim de que não te apequenes nas grandiosas.

são os sinceros votos de
Eliane de Pádua 






terça-feira, 2 de julho de 2013

Perdoar



O que você faria se, de repente, por uma circunstância qualquer, tivesse em suas mãos a possibilidade de decidir a respeito do destino de uma pessoa que muito lhe prejudicou?

Alguém que estendeu o manto da calúnia e destruiu o seu bom nome perante os amigos? 

Alguém que usurpou, com métodos desonestos, a sua empresa, fruta de seu labor de tantos anos?

Alguém que tenha ferido brutalmente a um membro da sua família?

Será que você lembraria-se da lição do perdão, ensinada por Jesus? 

Será que acudiriam à sua mente as palavras do mestre Galileu: 

Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia?



Ou, ainda, a exortação a respeito de nos reconciliarmos ainda hoje com nosso adversário?

A propósito, conta-se que um escravo tornou-se de grande valor para o seu senhor, por causa da sua honradez e bom comportamento.



Dessa forma, seu senhor o elevou a uma posição de importância, na qualidade de administrador de suas fazendas.

Numa ocasião, o senhor desejou comprar mais vinte escravos e mandou que o novo administrador os escolhesse. 

Disse, contudo, que queria os mais fortes e os que trabalhassem melhor.

O escravo foi ao mercado e começou a sua busca. 

Em certo momento, fixou a vista num velho e decrépito escravo. 


Apontando-o para o seu senhor, disse-lhe que aquele devia ser um dos escolhidos.

O fazendeiro ficou surpreendido com a escolha e não queria concordar. 

O negociante de escravos acabou por dizer que se o fazendeiro comprasse vinte homens, ele daria o velho de graça.

Feita a compra, os escravos foram levados para a fazenda do seu novo senhor.

O escravo administrador passou a tratar o velho com maior cuidado e atenção do que a qualquer dos outros.

Levou-o para sua casa. 

Dava-lhe da sua comida. 

Quando tinha frio, levava-o para o sol. 

Quando tinha calor, colocava-o debaixo das árvores de cacau, à sombra.

Admirado das atenções que o seu antigo escravo dispensava a outro escravo, seu senhor lhe perguntou por que fazia aquilo.

Decerto deveria ter algum motivo especial: 

É seu parente, talvez seu pai?

A resposta foi negativa.

É então seu irmão mais velho?

Também não, respondeu o escravo.

Então é seu tio ou outro parente.

Não tenho parentesco algum com ele. 

Nem mesmo é meu amigo.

Então, perguntou o fazendeiro, por que motivo tem tanto interesse por ele?

Ele é meu inimigo, senhor. 



Vendeu-me a um negociante e foi assim que me tornei escravo.

Mas eu aprendi nos ensinamentos de Jesus, que devemos perdoar os nossos inimigos. 

Esta é a minha oportunidade de exercitar meu aprendizado.




O perdão acalma e abençoa o seu doador.

Maior é a felicidade de quem expressa o perdão. 

O perdoado é alguém em processo de recuperação. 

No entanto, aquele que lhe dispensa o esquecimento do mal, já alcançou as alturas do bem e da solidariedade.

Quando se entenda que perdoar é conquistar enobrecimento, o homem se fará forte pelas concessões de amor e compreensão que seja capaz de distribuir.


Eliane de Pádua


Aniversariantes Julho

Parabéns por esta data especial, 
a todos aniversariantes no mês de julho!


Que o tempo seja sempre o seu melhor parceiro, trazendo serenidade, equilíbrio e sabedoria – que lhe darão a receita ideal de como viver a vida, aproveitando o melhor que ela tem a oferecer.


Que as conquistas do passado lhe tragam à lembrança, não só alegrias, mas também a força e o entusiasmo para superar eventuais obstáculos e programar os mais importantes projetos para o futuro.

Muita saúde, amor, paz, fé, esperança, alegrias e prosperidade!

Um sincero abraço e votos de muitas felicidades!

Para aquelas pessoas que fazem meu coração sorrir…

Para a galera que sempre esteve junto até mesmo quando eu não estava disposta…

Para a pessoa que eu esperava que me chutasse quando caí, e que foi uma das primeiras que me ajudou a levantar…

Para as pessoas que fizeram a diferença em minha vida…

Para as pessoas que quando olho para trás, sinto muitas saudades…

Para as pessoas que me aconselhara quando me senti sozinha, e me ajudaram a entender que não importa em quantos pedaços meu coração tenha se partido, pois o mundo não irá parar para que eu o conserte…

Para as pessoas que me deram um força quando eu não estava muito animada.Para as pessoas que amei…

Para as pessoas que abracei…

Para as pessoas que encontro apenas em meus sonhos…

Para as pessoas que encontro todos os dias e não tenho a chance de dizer tudo o que sinto olhando nos olhos…


Para mim…

O que importa não é O QUE eu tenho na vida, mas QUEM eu tenho na vida…

Por isso…

Guardo todas as pessoas importantes da minha vida em uma caixinha dentro do meu coração…

Eliane de Pádua